Para escolher um bom vinho.

Autor:Mimi
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16/03/2008

 Esqueça que os vinhos mais velhos são os melhores, isso nem sempre é verdadeiro. É válido por um limite de tempo e só para vinhos sofisticados. Evite comprar vinhos com mais de quatro anos, principalmente os brancos. Examine a garrafa, o nível do líquido e as condições da rolha. Se sob a luz, o vinho branco estiver muito amarelado, e o tinto muito acastanhado, revela oxidação (características alteradas pelo contato do líquido com o ar) dos líquidos. Guarde a garrafa em lugar escuro, arejado e de temperatura estável, ou uma adega. Ponha a garrafa deitada para evitar o ressecamento da rolha. Guardar os brancos na parte inferior e os tintos na parte superior, posto que resistem melhor as temperaturas mais altas. Compre apenas uma garrafa do vinho que ainda não conhece, se aprová-lo, compre mais. Para reduzir a chance de comprar vinho oxidado, escolha locais com boa rotatividade de estoque. Prefira o setor de bebidas de grandes supermercados, lojas especializadas ou importadoras, mas para preços mais acessíveis e qualidade garantida, procure as vinícolas. Não se impressione com preços e rótulos: para os brasileiros atente para a palavra reserva, os franceses têm a sigla AOC (appellation d origine controlée), nos italianos DOC / DOCG (denominazione di origine controllata / e garantita). Não compre vinhos de mesa franceses, pois são ruins. Harmonize a bebida com a comida: pratos delicados pedem vinhos leves / frutados, molhos elaborados, vinhos mais encorpados. Comidas agridoces, vinhos menos secos, frutos do mar, espumantes secos. Nos contra-rótulos das garrafas há sugestão de pratos e características dos vinhos. Alguns pares: comida italiana com vinhos Chianti, parrillada argentina para tinto Malbec, queijos salgados (roquefort, gorgonzola) para vinhos doces tipo Late Harvest, Ementhal com Sauvingnon blanc, para os portugueses, bacalhau.